Base atualizada em 23/07/2026 · 4 trabalhos catalogados neste tema
4
Trabalhos
2
Positivos
50%
Resultados favoráveis
Desfecho fisiológico (não é prova de eficácia clínica cardiovascular). A meta-análise de referência reúne WBC, crioestimulação parcial e imersão em água fria — não é exclusiva de WBC.
A exposição ao frio aumenta a atividade parassimpática — o indutor natural do relaxamento — e modula as catecolaminas. É a base fisiológica da sensação de recuperação e relaxamento após a sessão.
O que os estudos encontraram
A maior meta-análise da área (Jdidi 2024: 27 estudos revisados, 24 meta-analisados) confirma aumento da atividade parassimpática — subiram RMSSD, intervalo RR e a banda HF, e caíram a banda LF e a razão LF/HF, efeito que persiste por cerca de 15 minutos após o frio.
Houve ainda leve queda da frequência cardíaca e pequeno aumento da pressão arterial média; a resposta depende do perfil da pessoa e da técnica de resfriamento.
Um estudo de WBC (Fonda 2014) comparando durações de 90 a 180 s não achou diferença significativa em frequência cardíaca nem pressão arterial: 150 s já basta, e sessões mais longas só aumentam o desconforto — reforça a estabilidade cardiovascular da sessão bem dosada.
São efeitos fisiológicos transitórios, seguros em atletas amadores — sustentam o uso para recuperação e relaxamento, não como tratamento cardiovascular.
Protocolo sugerido
1 a 3×/semana, em qualquer horário.
Importante saber
É uma resposta fisiológica de relaxamento — não é tratamento de doença cardiovascular. Há contraindicações cardíacas importantes: triagem médica é obrigatória.